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terça-feira, 13 de julho de 2010


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Fato do Dia
Uma comissão para a ONU repatriar "grana"

Pedro Abramovay, secretário nacional de Justiça, quer exportar a prática do "é dando que se recebe”


Estão querendo fazer da ONU um escritório de lobistas. Pelo menos é isso que dá para entender depois de divulgada a ideia de um paulistano de apenas 30 anos de idade, mas já com muita malandragem. Pedro Vieira Abramovay tornou-se na semana passada o mais novo gestor público a assumir o comando da Secretaria Nacional de Justiça (SNJ). Ele está ocupando o cargo que foi de Romeu Tuma Júnior, aquele que foi exonerado em sequência de uma série de reportagens do jornal “Estado de São Paulo”, nos meses de maio e junho e que revelava o seu envolvimento com Li Kwok Kwen, conhecido como Paulo Li, o chefe da máfia chinesa, mas que privada de um relacionamento bem próximo do Lula.

Pois bem, o Abramovay dispensou a solenidade de posse e na entrevista ao Estadão, ele falou que sua principal meta é a de acelerar a repatriação de U$ 3 bilhões bloqueados em paraísos fiscais. Para recuperar essa fortuna que é fruto de práticas como corrupção, sonegação e narcotráfico, o novo secretário anunciou que vai alterar o modelo vigente de recuperação de ativos, negociando o envio de parte do dinheiro para o UNODC, órgão das Nações Unidas que articula o combate ao crime organizado.

Diz o secretário que o Brasil será o primeiro país a fazer isso para que a ONU se torne um agente de convencimento e assim, o dinheiro volte mais rápido ao Brasil, afirma.

Esta é uma modalidade de corrupção bem conhecida pelos políticos brasileiros. “Se o governo é petista, a festa é de lobista”.

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