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sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Dilma está mal de assessora


Gerson Tavares



É tudo uma questão de ótica. Enquanto Dilma Rousseff defende de unhas e dentes a sua “substituta” Erenice Guerra dos escândalos que envolvem a Casa Civil, a própria Erenice se perde em seu depoimento falando que fez aquilo que antes dizia não ter feito.

E foi aí que o candidato à Presidência pelo PSDB, José Serra, falou que a confirmação na segunda-feira da Erenice Guerra à Polícia Federal de um encontro da ex-ministra da Casa Civil, Erenice Guerra, com lobistas em Brasília esvazia o discurso de sua adversária, Dilma Rousseff (PT).

Para o tucano, a reunião comprova que as denúncias não eram "invenção da imprensa". Aproveitando a chance para ser irônico, José Serra falou: “A candidata Dilma atribuiu o que tinha acontecido na Casa Civil a invenções da imprensa. Pelo menos agora não vai poder mais fazer isso”.

Tudo porque ao depor, Erenice confirmou que recebeu na Casa Civil, empresários que negociavam contratos com a firma de lobby de seu filho, Israel Guerra. Assim que o escândalo veio à tona, a ex-ministra Erenice dissera que nunca tinha se encontrado com o dono da EDBR, Aldo Vagner, e com o consultor Rubnei Quícoli.

Foi aí que o meu amigo “Zé Doidão” falou: “Quem tem uma assessora dessas, não precisa de inimigo”.


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Comentando o Fato do Dia
Justiça quebra sigilo bancário e
fiscal de tesoureiro do PT




Atrás desta barba, também
se esconde outro “safardana”

Depois de muito vai e volta, a Justiça de São Paulo quebrou o sigilo bancário e fiscal do tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, e abriu uma ação penal contra ele e mais cinco pessoas sob a acusação de desvios da Bancoop (Cooperativa Habitacional dos Bancários do Estado de São Paulo).

Mas mesmo assim, tanto Lula como toda a “quadrilha” petista continua falando que o “cara” é honesto. Mas também, o que esperar de uma turma como a que está comandando o país? Todos fazem das suas, mas ninguém viu nada, niguém sabe de nada.

É este o Brasil que vocês querem?

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Escândalos que violentam a nação




Gerson Tavares



Passamos oito anos de governo petista sem passar mais de 90 dias sem um escândalo se quer. Tivemos os escândalos mais variados, mas todos envolvendo sempre pessoal do governo petista. Quando não tinha um petista, lá estava alguém que pelo menos fosse de partido aliado ao governo.

Agora, com o senador eleito Aécio Neves (PSDB-MG) envolvido na campanha de José Serra para a presidência da República em um segundo turno contra a candidata dos “escândalos”, Dilma Rousseff, o senador defendeu, em Salvador, durante evento em favor à candidatura do tucano José Serra, a formação de um governo federal menos vulnerável a escândalos.

Aécio afirmou que a sociedade "quer mais democracia, mais ética, mais seriedade e menos escândalos no governo federal". E repetindo o discurso de José Serra, que prega um "governo de união", o senador mineiro aproveitou para atacar o que a oposição entende ser aparelhamento do Estado em favor dos petistas e aliados. "Queremos um governo que não queira dividir o país entre pobres e ricos, entre negros e brancos, entre os que são filiados e os que não são filiados ao partido".

E como já cansamos de falar aqui, Aécio falou que se faz necessário que o governo federal não seja formado apenas por "companheiros". Aécio Neves destacou ainda que "esta eleição está longe de ser decidida". Segundo ele, a maioria dos 20% que votaram em Marina Silva (PV) prefere a reflexão, o que favoreceria Serra.

Só esperamos que esses 20% reflitam e acertem naquele que pode dar uma volta à normalidade do país. Do modo como a coisa vai, estaremos muito breve num “buraco sem fundo” e este nosso Brasil não merece esse fim.


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Comentando o Fato do Dia
Opinião de economista


José Serra tem mais possibilidades de mudanças





Esta é a opinião de quem conhece do assunto “economia”. Eu não saberia dizer dos acertos ou erros das opiniões, mas acredito em que está falando.

Dizem eles que em caso de uma eventual vitória do candidato tucano à Presidência, José Serra, ele tem mais chances de provocar mudanças no atual modelo macroeconômico do que com a manutenção do PT no poder, caso Dilma Rousseff se eleja.

Assessores de ambos, como os economistas Geraldo Biasoto Junior, assessor de José Serra e Nelson Barbosa da Dilma, têm deixado claro que não há nada para colocar no lugar do tripé câmbio flutuante, superávit primário e metas de inflação.

Mas Geraldo Biasoto, porém, tem fortes críticas à forma como o arranjo macroeconômico vem funcionando. Diretor executivo da Fundação do Desenvolvimento Administrativo (Fundap), de São Paulo, e assessor do programa de governo de Serra, ele diz que "falta, no caso das metas da inflação, o resto da política econômica, os outros instrumentos, como crédito, preços macroeconômicos como energia elétrica e combustíveis e ainda, um Banco Central menos passivo no câmbio".

Já na questão cambial, Biasoto considera que "existe hoje uma passividade que não se encontra em lugar nenhum do mundo". Ele afirma que os Bancos Centrais em geral "estão o dia inteiro no mercado cambial", enquanto no Brasil "no final do dia ele compra as sobras de mercado e ponto final".

Para o economista, essa falta de um BC mais ativo no câmbio, aliada à alta liquidez internacional, permite que os participantes do mercado formem um consenso em torno da valorização do real. Segundo o economista, a ideia de Serra é de um Banco Central que "vai entrar no mercado de câmbio formando taxa fundo com o mercado, assim como forma taxa de juros".

Biasoto também fala de uma desconexão entre o Ministério da Fazenda e o Banco Central nos dias de hoje, tanto em termos de política cambial como fiscal. No primeiro caso, "quando a Fazenda olha e vê um BC que não faz nada, ela inventa um outro BC, faz o Fundo Soberano, sai comprando dólares quatro anos antes de precisar remeter para pagamento de dívida, cria IOF, etc.".

É pensando nisso que eu vejo que para a Dilma dar continuidade neste “desgoverno” que se instalou no país, só o Lula comprando os votos mesmo. E como só de “bolsas” talvez não dê para garantir a vitória, ele agora apela até para o Movimento dos Atingidos pelas Barragens, coisa que já rola há mais de trinta anos, mas que Lula, nas vésperas do segundo turno, diz que vai indenizar as famílias.

Como diz o Jorge Perlingeiro: “Me engana que eu gosto!”.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Erenice virou “boi de piranha”


Gerson Tavares



Segunda-feira foi dia de acertos na Polícia Federal. Foi dia da ex-ministra da Casa Civil, a Erenice Guerra, falar e já que teve tempo de decorar o texto, Erenice afirmou convincentemente em depoimento à Polícia Federal, em Brasília, que participou de uma reunião com representante da empresa EDRB.

Não podemos esquecer que em setembro, o ministério informou que ela não havia participado e ela não desmentiu. A empresa tentava um empréstimo de R$ 9 bilhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o intermediário para resolver qualquer problema que existisse era o “filhote de cruz credo”, Israel Guerra, filho da ex-ministra da COVIL.

De acordo com informações do consultor Rubnei Quícoli, o “irresponsável” pela negociação, o “safardana” Israel queria 6% do valor da liberação a título de “taxa de sucesso”, mas o BNDES negou o financiamento. Mas como quando os negócios não vão bem, sempre um dos lados acaba “roendo as cordas”, Rubnei tratou de fazer uma denúncia sobre o suposto esquema de “tráfico de influência” na Casa Civil, a "famigerada" COVIL.

À Polícia Federal, Erenice contou na segunda-feira que desconhecia as atividades do filho. Erenice Guerra depôs por cerca de quatro horas e no depoimento, afirmou que aquela reunião que, antes, ela nem sabia que tinha acontecido, não só aconteceu como ela participou por mais ou menos 30 minutos no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), onde funciona como sede provisória do Executivo durante a reforma do Palácio do Planalto.

Ela não sabe bem informar se a reunião na Casa Civil havia sido intermediada pelo seu então assessor Vinícius Castro, suspeito de envolvimento com o suposto esquema de tráfico de influência. Segundo Erenice, a agenda do ministério era feita pelo chefe de gabinete, na época, Jorge Vidal.

E para completar, ela também afirmou que não tinha conhecimento se o projeto da EDRB, de energia solar, teria chegado ao conhecimento da ex-ministra Dilma Rousseff, candidata do PT à Presidência, e que também não sabia quem auxiliou a empresa "a fazer consulta ao BNDES em fevereiro de 2010".

Como não foi possível “empurrar com a barriga’ esse depoimento para depois de 31 de outubro, os advogados do governo tiveram muito cuidado com aquilo que a Erenice poderia ou não falar. Como era impossível ela negar tudo, e como é preciso um “boi de piranha” para o caso, ela assumiu algumas coisas. Outras coisas, ela não negou, mas também não disse saber do que se tratava e sempre procurou não deixar a lama respingar em Dilma Rousseff, pelo menos até passar o segundo turno.

Pelo menos esta é a ordem do Lula, mas se Dilma perder as eleições, aí vai ser um Deus nos acuda.


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Comentando o Fato do Dia
Silêncio. O Tiririca está

sendo julgado


Tiririca tem certeza

que tudo vai ficar ok


Depois de tanto blábláblá sobre o analfabetismo do palhaço Tiririca, o juiz da 1ª Zona Eleitoral de São Paulo, Aloísio Sérgio Rezende Silveira, decretou "segredo de Justiça" no processo que apura a alfabetização ou não do deputado federal eleito pelo PR, Francisco Everardo Oliveira Silva.

Esta decisão foi tomada a pedido da defesa do humorista, que apresentou ontem documentação sobre a escolaridade do eleito. ”Considerando a documentação que instrui a defesa bem como a necessidade de se fazer cumprir a exigência prevista no art. 26, § 9º, da Resolução nº 23.221, defiro que a ação penal doravante se processe em segredo de justiça”, escreveu o juiz.

Com base no artigo 350 do Código Eleitoral, que prevê pena de até cinco anos de reclusão e o pagamento multa por declaração falsa ou diversa da que deveria ser escrita para fins eleitorais em documento público, agora, sob ordem de silêncio, ficamos sem saber se os 1.353.820 votos do Tiririca valem ou não.

Mas uma coisa ficou bem clara: “O voto de protesto foi dado”. Agora vamos esperar para ver se teremos mais algum analfabeto mandando neste pobre Brasil.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

“Empurrando com a barriga”


Gerson Tavares



Estamos na terra do “empurrando com a barriga”. No Brasil não há nada que não se possa deixar para fazer depois. E também é assim nos casos da política que vão parar na Justiça.

Quando a ação penal do mensalão começou a entra na reta final no Supremo Tribunal Federal, aumentaram as pressões de réus e “companheiros” para atrasar o desfecho do caso. E para que isso seja garantido, nada como tentar substituir o relator do processo, ministro Joaquim Barbosa.

Nos três anos de trâmite, os acusados superlotaram o gabinete de Joaquim Barbosa com mais de mil requerimentos, entre recursos e pedidos. Lógico que em sua maioria, para tumultuar o processo.

São trinta e oito réus, o que já torna a investigação complexa, mas mesmo assim, a ação tramita rapidamente para os padrões do STF, só que este ritmo acelerado da ação penal talvez não impeça algumas prescrições (perda do direito da Justiça de punir), que poderão ocorrer em agosto de 2011. É o caso, por exemplo, dos réus acusados pelo crime de formação de quadrilha.

Para que aquelas prescrições aconteçam, existe uma luta por baixo dos panos para o julgamento da causa só ocorra no fim de 2011 ou no início de 2012, segundo a previsão do ministro Joaquim Barbosa. Mas apesar das divergências de Barbosa com outros ministros, o plenário do STF tem rechaçado os expedientes protelatórios. E como para respaldar suas decisões, Joaquim Barbosa leva a julgamento do plenário os questionamentos dos réus contra seus despachos, fato que prolonga o tempo de julgamento, fato que deixa em dúvida se Barbosa quer ou não colocar a "quadrilha" no xadrex.

E para que tudo fique sempre para “amanhã”, os advogados de Jefferson e de Marcos Valério, acusado de ser o operador do mensalão, têm insistido em pedir a suspensão da ação até que seja julgado um recurso em que Valério questiona a isenção de Barbosa numa tentativa, de afastar o relator do caso.

Na semana passada, o relator indeferiu o pedido de um dos réus, que impugnara um laudo sem apontar motivos e indicar qual perícia estava contestando. O relator entendeu que o acusado pretendia obter a ampliação do prazo para apresentar seu parecer sobre o laudo. Recentemente, voltaram à imprensa notas especulando que Barbosa anteciparia a aposentadoria antes do julgamento da ação, por problemas de coluna. O relator nunca cogitou deixar o caso.

Mas segundo o “Zé Doidão”, Joaquim vai acabar deixando o caso. Pelo menos quando se aposentar por idade. Afinal, se a Dilma ganhar as eleições, estarão garantidos mais quatro anos de protelação do processo.

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Comentando o Fato do Dia
Polemica deixa a OAB “tiririca”



Tiririca apresentou
sua defesa ontem


Uma polêmica sobre o palhaço Tiririca, o artista circense que 1,3 milhão de brasileiros resolveu eleger deputado federal pelo PR/SP, está abrindo caminho para um embate inesperado entre seu advogado, Ricardo Vita Porto, e o promotor eleitoral Maurício Antonio Ribeiro Lopes.
O ponto central deste confronto é a frase atribuída ao promotor em entrevista sobre a investigação que dirige para verificar se Francisco Everardo Oliveira Silva é analfabeto, fato que impediria o artista de assumir cadeira na Câmara. “Advogado é sórdido", falou o promotor que ao dar continuidade ao seu pensamento se colocou no mesmo nível: "Mas, se eu fosse advogado do Tiririca, também protocolaria a defesa dele às 18h50, 10 minutos antes de o fórum fechar."

Depois dessa, duas medidas a OAB estuda contra Lopes: queixa à polícia para inquérito por crime contra a honra e procedimento para ato de desagravo que poderá culminar com a inclusão do nome do promotor na lista negra da entidade. "A ofensa tem conotação criminosa, é grave porque violou a função estatal que deve cumprir" observa Silvio Salata, presidente da Comissão de Estudos Eleitorais.

Com isso, o enquadramento do promotor poderá ocorrer com base no artigo 7.º do Estatuto da Advocacia, que prevê "no caso de ofensa a inscrito na OAB, no exercício da profissão, o conselho competente deve promover o desagravo público do ofendido, sem prejuízo da responsabilidade criminal em que incorrer o infrator".
Mas como tudo que vem do Executivo, do Legislativo e da Justiça sempre fica por isso mesmo, com a OAB agora “tiririca” da vida ou não, este é mais um fato que deverá acabar em acerto.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Tem gato na tuba


Gerson Tavares



Esta eu ouvi de uma pessoa que está lá dentro do Tribunal Superior Eleitoral e lógico, eu não poderia levar para o túmulo sem passar adiante. Entre os ministros do TSE, muitos estão “na bronca” com essas pesquisas que estão sendo mostradas quase que diariamente pelo partido do governo. Em cada pesquisa que é publicada, a Dilma chega mais perto do Planalto.

Mas como muita gente cá de fora sabe, também os ministros sabem que essas pesquisas estão sendo manipuladas para incentivar o “voto útil”. Todos nós sabemos que cada vez que é mostrada a “cara” da Dilma como vencedora em alguma pesquisa, ela fica mais exposta aos eleitores “cabeças ocas” que querem ter seu voto como vencedor da eleição, mas só não sabe ele, que muitas vezes, o seu voto vencedor pode resultar num “desgoverno” sem precedentes.

Mas como eu ia dizendo, lá dentro do TSE também tem gente preocupada com essas pesquisas. Fiquei sabendo por uma “mosquinha” que ronda muito pelos salões do tribunal que uma grande maioria dos ministros diz que essas pesquisas deveriam ser proibidas, já que elas não falam a realidade. São pesquisas encomendadas ou pagas pelo partido do governo e quando feitas, tem alvo certo de pesquisados.

Mas aí eu perguntei a esta “mosquinha” porque então elas ainda acontecem, se os ministros não tem como proibi-las e como resposta veio exatamente aquilo que eu já esperava: “Mas a ordem vem de cima. Tudo aquilo que o Lula quer, tem que ser feito”.

E assim eu me rendo às pesquisas. Lula quer o resultado da pesquisa dando a vitória à Dilma e aí estão os “babacas” para votarem.

Isto é uma vergonha!


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Comentando o Fato do Dia
Aécio troca discurso pós-Lula
por postura anti-Lula





Aécio Neves está com Serra,
para desespero de Lula







Aécio Neves sempre foi uma pessoa que se mostrou cortez com todos os políticos, sem se preocupar com o partido. Durante os oito anos de governo Lula, Aécio provocou incômodos dentro do PSDB, pela sua boa relação com o governo petista.

Mas a radicalização da campanha eleitoral da candidata Dilma Rousseff que tem como cabo eleitoral maior o chefão Lula, levou o ex-governador e senador eleito Aécio Neves (PSDB-MG) a se mover do discurso do “pós-Lula” para uma postura “anti-Lula”.

Hoje Aécio afirma que "por suas últimas atitudes, o presidente terminará seu governo menor do que iniciou", e vai além: Sugere que Lula faça um "mea-culpa" depois da eleição, reconhecendo os "excessos" para assegurar uma transição "serena e pacífica", independentemente de quem seja o vencedor.

Aí já o Aécio está querendo demais. Em caso de derrota da Dilma, Lula não vai nem estar presente na passagem do comando. Afinal, ele tem medo de ser preso por todas as “falcatruas” que aconteceram nesses oito anos de “desgoverno”. Ou não?

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

A cultura sem valor




Gerson Tavares



Quando você escuta falar que intelectuais e artistas estão engajados na campanha eleitoral de Dilma Rousseff, já que ela, por ser a candidata do Lula, será aquela que dará continuação ao governo que mudou a cara do Brasil, você imagina que nesses oito anos o governo petista deu total apoio à cultura do país.

Mas quando você descobre que Lula, que tinha como compromisso repassar 1% do Orçamento para a Cultura e descobre que ele deu 0,23% daquilo que está “escrito”, começa a duvidar da verdadeira intenção desses intelectuais e artistas que estão apoiando a candidata que lógico, estará também se lixando para a Cultura Brasileira.

No ano 2003 Lula garantiu aos artistas que tudo faria para ajudar a Cultura e falou que determinaria que 1% do Orçamento Geral da União seria destinado ao Ministério da Cultura. Isto ficou na promessa e ainda hoje tudo continua como se ninguém tivesse garantido nada naquele longínquo ano 2003.

Mas como nem tudo está tão ruim que não possa piorar, mesmo com Chico Buarque abrindo o verbo falando que a Dilma, como se isso fosse possível, é a única defensora da Cultura, a proposta enviada ao Congresso para o ano que vem é simplesmente ridícula. Estão previstos recursos de R$ 1,65 bilhão, que corresponde a 0,16% do total do Orçamento. Mesmo com Leonardo Boff estando como Chico Buarque ao lado de Dilma e de Lula, este ano, a Cultura recebeu R$ 2,23 bilhões, que correspondem a 0,23% dos R$ 947,8 bilhões do Orçamento.

Mas esta eleição tem se mostrado muito mais de promessas que de ideais. Artistas e intelectuais se mobilizaram e junto com “intelectuais”, fizeram uma festa no Rio de Janeiro para “angariar” votos para a Dilma, a candidata do Lula, aquele que prometeu ao Gilberto Gil a revitalização da Cultura e até hoje não cumpriu.

E desta vez, Dilma já se coloca como a defensora da Cultura. Mas todos já sabem que a Cultura ficará mais uma vez de pires na mão, mas artistas que não precisam de ajuda, como Chico Buarque, Alcione e outros mais, estão se lixando para aqueles que sem o Ministério da Cultura para ajudar a montar os seus espetáculos, estão perdidos.

Mas para os “artistas” e “intelectuais” engajados na falsa democracia, que morram aqueles outros, pois só o que interessa é o próprio bem.


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Comentando o Fato do Dia
Jornalista não estava a serviço
do “Estado de Minas”


Esse pilantra do Amaury
está agora na TV Record.
Por que será?




A mentira agora vai de jato e por isso já sabemos que o jornalista Amaury Ribeiro Jr. não estava a serviço do diário "Estado de Minas" quando encomendou os dados dos tucanos e segundo analises da polícia, Amaury pagou pela violação do sigilo fiscal de parentes e pessoas próximas ao candidato José Serra (PSDB).

Como muita gente já sabe, mas sempre é bom lembrar, Amaury fez parte do "grupo de inteligência" da pré-campanha de Dilma Rousseff (PT). Todo esse escândalo foi revelado no Jornal “Folha de São Paulo”, onde foi revelado em junho, que os dados fiscais sigilosos dos tucanos foram parar num dossiê que circulou entre pessoas do comitê da Dilma.

Em depoimento à Polícia Federal, o despachante paulista Dirceu Garcia admitiu ter recebido R$ 12 mil em dinheiro vivo das mãos de Amaury para comprar as declarações de renda das pessoas próximas a Serra.

Mas agora, como é de interesse do “chefão” da máfia petista, a PF está escamoteando a informação.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

José Padilha tumultua campanha


Gerson Tavares



Depois que José Padilha resolveu publicar uma carta “desmentindo” o PT, o Lula e a equipe de campanha da Dilma Rousseff sobre ser um eleitor da “guerrilheira”, parece que o ambiente lá pelas bandas do Palácio anda meio tumultuado.

Padilha não fez por mal, não fez para atrapalhar os trabalhos de uma equipe que usa de todos os artifícios para arrancar votos dos eleitores que não estão deixando se envolver por vantagens, mas fez para que fosse mostrada a verdade.

E em sua passagem por Goiânia, quando Dilma trocou a companhia de Chico Buarque por Íris Resende, aliás, uma troca que deve ter deixado o Chico meio invocado, mas como em política moral e ética não são valores, o Chico Buarque está tendo o que merece, ela falou sobre o seu vice. Disse que tem orgulho do vice que tem. Mas também, quem é Dilma para não ter orgulho de estar com alguém ao seu lado, que pelo menos seja conhecido. Pode ser um “pilantra”, mas pelo menos é conhecido.

Quanto à carta de José Padilha, onde o diretor critica a colocação de seu nome como um “entusiasta” eleitor de Dilma, a “guerrilheira” falou: “Se ele não quer assinar, perfeitamente, tem todo o direito”.

Mas o “Zé Doidão”, que conhece a Dilma desde o tempo em que ela fazia par com Zé Dirceu em curso de guerrilha, ela quis dizer com esta frase que “ele tem todo o direito de não assinar, mas se ela se eleger, filme que ele seja diretor, não terá ajuda alguma do Ministério da Cultura”.

E depois de ouvir essa do Zé, eu assino embaixo.
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Comentando o Fato do Dia
TSE suspende programa de Dilma
que fala em suposto caixa dois

Uma santa, essa Dilma




Pegou mal para a Dilma aquela sua acusação de suposto desvio de dinheiro no governo de José Serra. Por isso, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou a suspensão do trecho exibido na propaganda eleitoral de Dilma Rousseff (PT) que menciona suposto caixa dois da campanha tucana, dando à entender que seria dinheiro do governo paulista.

O pedido deferido pelo relator foi apresentado ao tribunal pelos advogados de José Serra (PSDB) e eles afirmam, na representação, considerar ofensiva a propaganda, que foi veiculada em inserção veiculada terça-feira.

A propaganda informa que, segundo matéria da revista "Isto é", o ex-diretor da Dersa Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto, foi acusado de desviar R$ 4 milhões de suposto "caixa dois" da campanha tucana. O ministro Joelson Dias ressaltou que a jurisprudência da Corte não assegura direito de resposta em decorrência de notícias publicadas na imprensa, mas ressaltou que, neste caso, "além de abordar fatos noticiados pela mídia, imputa-se ao candidato adversário, ainda que indiretamente, a prática de ato ilícito".

Segundo Dias, com base na narração da mensagem, a propaganda sugere ao telespectador a existência de "suposto caixa dois da campanha tucana".

Mas no fundo, a intenção era deixar nas entrelinhas que o dinheiro era do erário paulista. Malandros esses “safardanas”.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Debater não é fácil





Gerson Tavares



Quando todos que assistiram o debate da REDETV esperavam que o aborto e o casamento gay fossem as grandes atrações, eis que foram deixados de lado e os candidatos passaram a explanar assuntos que até nem estavam no foco. Os principais temas abordados no confronto entre os presidenciáveis, realizado nos estúdios da emissora em Osasco (SP), foram as políticas do governo tucano em São Paulo e as privatizações do governo FHC.

Em certo momento eu pensei que a Dilma Rousseff estivesse disputando o governo paulista. Ela só pensava naquilo que aconteceu no governo de José Serra em São Paulo e falar daquilo que ela tem de projeto para o Brasil, mas nem pensar.

Dilma falou que na área de Educação em São Paulo os governos do PSDB “acumularam recordes negativos”. E como não poderia sustentar essa mentira por mais de trinta segundos, ela citou o veto à compra de a empresa de gás por parte da Petrobrás para criticar a posição do candidato tucano em relação ao investimento em empresas estatais, como se Serra tivesse sido presidente do país em algum momento.

E foi aí que José Serra revidou falando que o PT “mente o tempo todo” sobre seus planos de governo, principalmente em relação à privatização. “O governo Lula fez mais concessões ao setor privado do que o governo FHC”, apontou o candidato.

Só nas considerações finais ficaram realmente posicionados os candidatos. Dilma fazendo as considerações finais, sempre nervosa, falou: “Eu tenho a honra de ser apoiada e estar no mesmo projeto que o maior presidente da República que este País já teve, que é o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.” E afirmou que “a esperança venceu o medo, agora a esperança vai vencer o preconceito e o ódio”. Lula sentiu que ela já estava falando demais e que seria muito bom para por ali. O medo do Lula, naquele momento era maior que qualquer esperança possível.

Já o Serra fez em suas considerações finais aquilo que deveria ter feito logo no início do debate e falou: “Eu queria começar dizendo que, para mim, é motivo de orgulho ser candidato. Vim de muito longe, de uma família pobre, de gente trabalhadora”. Disse que chegou aonde chegou graças à escola pública. Disse que aprendeu “valores’ com a família e falou: “Numa eleição, é importante também pensar nos valores dos candidatos. "Na vida pública, eu sempre me pautei pela solidariedade, eu sempre fui um servidor público”. E para completar pegou pesado: “Quem esta no comando tem que servir ao público, e não se servir dele”.

E como o Lula está usando o povo, ele sentiu, na hora, que havia sobrado para ele.


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Serra fará “mudança ampla”
na política econômica





José Serra esteve no
Rio e o Gabeira estava lá




Para criticar alguma coisa é necessário que você diga como fazer o certo e o candidato do PSDB à Presidência, José Serra, falou nesta terça-feira, em sua visita ao Rio de Janeiro, como deverá ser a política cambial em seu governo, caso seja eleito.

Disse Serra que adotará "uma mudança ampla" na economia e ainda criticou a política econômica do governo Luiz Inácio da Silva, ao ser questionado sobre a questão cambial e o aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) determinado pelo Ministério da Fazenda, numa tentativa de conter a queda do dólar frente ao real.

"O governo atual é o responsável pela política econômica. Eles nos levaram a uma situação em que o consumo de produtos importados, no começo do governo Lula, que era de 12%, chegasse agora a 20%. Isso está substituindo a produção nacional".

E como o “Zé Doidão” sabe que Lula não joga para perder, completou o pensamento do Serra: “Se bobearem, o Lula ainda vai ser presidente do sindicato dos metalurgicos na China”.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Dilma na “corda bamba”




Gerson Tavares


“Quem não tem..., não faz trato...” Este ditado é antigo e cai direitinho no momento da Lula Rousseff, quer dizer, da Dilma da Silva, desculpe, mas sempre me enrolo para falar Dilma Rousseff.

Mas vamos ao que interessa. A candidata do Lula e do PT à Presidência, negociou com pastores evangélicos que compraria os votos dos “irmãos” com sua assinatura em um manifesto sobre casamento gay e aborto. Tudo acertado, Lula mais tranquilo, já que viu nessa assinatura a sua salvação, e foi para casa dormir.

Mandou fazer o documento e aí veio aquilo que ele não contava. Dilma, pressionada pelos seus produtores de campanha, resistiu e não quis assinar a carta assumindo o compromisso de não enviar ao Congresso projetos de lei que permitam a legalização do aborto e o casamento entre homossexuais.

Os evangélicos que se encontraram com ela e com o Lula da Silva na quarta-feira, porém, passaram a cobrar a promessa por escrito, só que o comando da campanha petista avaliou quinta-feira que, além de já ter divulgado um manifesto intitulado Carta ao Povo de Deus, em agosto, Dilma corre o grande risco de perder mais votos do que ganhar, ao se posicionar, por exemplo, contra o casamento gay.

Só que na Carta ao Povo de Deus, distribuída em templos e igrejas no primeiro turno, Dilma tentou se aproximar dos cristãos, mas não conseguiu grande êxito. Na carta ela coloca que "Cabe ao Congresso a função básica de encontrar o ponto de equilíbrio nas posições que envolvam valores éticos e fundamentais, muitas vezes contraditórios, como aborto, formação familiar, uniões estáveis (...)". Dilma já se compromete verbalmente, hoje, a não mudar a lei que prevê o aborto em caso de estupro e risco de morte para a mãe, mas parece que o evangélico assim como grande parte do povo, não acredita mais em políticos, principalmente petistas.

A saída para o impasse seria um documento de apoio à candidata escrito por pastores e políticos que integram a Frente Parlamentar Evangélica. Os signatários deixam claro no texto que Dilma não deverá interferir em questões religiosas, caso seja eleita para o Palácio do Planalto.

Então, a equipe de campanha da candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, divulgou na sexta-feira, uma carta intitulada "Mensagem da Dilma", na qual ela reafirma posições sobre aborto, liberdades religiosas, garantias constitucionais e preceitos que não afrontem a família, mas sem falar em casamento gay.

Tudo isso porque a Dilma foi avisada: “Se assinar como querem os “pastores”, você vai virar purpurina!”

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Comentando o Fato do Dia
Aliado de Dilma valoriza irmão





O mundo desabando e
Dilma ainda ri do povo

Como todo mundo está sabendo, já faz muito tempo que Dilma Rousseff tem um Cardeal em sua “igrejinha”. Só ninguém sabia que esse Cardeal tem família grande e como todos os “companheiros” da candidata do Lula à presidência, ele também tem ajudar os irmãos.

Entre seus irmãos está o Edgar Cardeal, que ofereceu consultoria para tirar do papel um projeto no valor de R$ 1 milhão em parques de energia eólica no Rio Grande do Sul. Isto seria possível graças a uma “parceria” com a Eletrobas, isto porque o irmão Valter Cardeal e presidente do Conselho de Administração, é, além de amigo "unha e carne" com Dilma Rousseff, o homem de maior confiança dela no setor elétrico.

E do alto de sua “irresponsabilidade”, Valter Cardeal afirmou que “não há conflito de interesse entre as atividades no sistema Eletrobras e as atividades de seu irmão, Edgar Cardeal”.

Realmente o maior irresponsável é o eleitor que ainda pensa duas vezes se vota na Dilma, a maior “trambiqueira” do pedaço.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Querem acabar com a Petrobras




Gerson Tavares



Pelo menos é assim que andam falando os parceiros do Lula, quando falam sobre o adversário da candidata do Lula à presidência. Uns dizem que o Zé irá privatizar a empresa se por acaso ele vencer a eleição, outros dizem que Serra é um “vendilhão” da pátria e assim irá entregar a ”preço de banana” a Petrobras nas mãos dos empresários.

Mas esquecem de falar que a Petrobras só é essa grande estatal porque foi bem dirigida no passado e não neste governo, quando ela foi “loteada” entre os partidos "aliados". A Petrobras só resiste até hoje, porque há muitos anos atrás foi muito bem administrada. Tão bem administrada que resiste até hoje aos desmandos de um Gabrielli qualquer da vida.

E a Petrobras, mesmo tendo como seu principal acionista este “desgoverno” que aí está, resiste ao tempo. Ela é forte e segue seu caminho, mesmo estando em baixa na Bolsa. E falando em Bolsa, a Petrobras só resiste porque tem ações negociadas em bolsas internacionais e assim ela segue seu caminho. O governo é majoritário, mas os minoritários fazem a diferença dela com as outras estatais brasileiras, tal como os Correios.

Mas a Bolsa mostra que não está sendo muito bem aceito o desrespeito que o presidente da estatal vem tendo com os outros acionistas. Gabrielli está em campanha eleitoral aberta para eleger a Dilma, a candidata do “chefinho” e isso não agrada aos acionistas conservadores que sempre olharam a empresa como séria.

Ele esquece que a Petrobras não pertence aos petistas e sim, ao povo brasileiro. Não é justo que um acionista que não é adepto de Dilma Rousseff pague salário a um “sujeito” que passa os dias fazendo comício para elegê-la presidente da República. Deixa de ser um simples desrespeito para ser mal uso de uma função para qual ele é regiamente pago, e isto é “roubo”.

Se Gabrielli não sabe, aqui vai um aviso: “O povo brasileiro não pertence a um partido e a Petrobras é do povo”.

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Comentando o Fato do Dia
Homem de Dilma é suspeito




Quem tem Erenice com0
assessora, só pode
fazer “trambique


Um banco alemão quer a cabeça do Cardeal. Dito assim parece mais uma guerra santa, mas no caso é mais um escândalo no governo Lula. Sempre mais uma “maracutaia” envolvendo membros do time da candidata do Lula à presidência.

Desta vez foi o banco público de desenvolvimento da Alemanha, Kreditanstalt fur Wiederalfbau (KfW), que ingressou com uma ação de danos materiais e morais no Brasil e que envolve um “homem de confiança” de Dilma Rousseff no setor elétrico. O “safardana” em causa é o Valter Luiz Cardeal de Souza, presidente da Companhia de Geração Térmica de energia Elétrica (CGTEE), uma subsidiaria da Eletrobras.

A fraude chega à casa dos 157 milhões de euros e Valter é o acusado de ser o executor do crime. Só para ter noção da periculosidade do “réu”, este “Cardeal” tem ligação com a Dilma Rousseff desde os anos 90. Ele entrou para o esquema da Eletrobras, onde também é diretor de Planejamento e Engenharia, por indicação da chefona da “quadrilha”, Dilma Rousseff.

O banco alemão sustenta que Cardeal e Dilma participaram das negociações. A assessoria da candidata do Lula confirmou que Dilma teve participação no evento, mas nega que o “negócio” tenha sido discutido.

Realmente, um negócio de 157 milhões de euros não precisa ser discutido e sim, ser depositado em algum “paraíso fiscal”.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

O Brasil está à deriva


Gerson Tavares


Ninguém esta dando conta, mas eu sempre que posso chamo a atenção para o assunto. No Brasil sempre o ano começa após o carnaval, mas este no, depois do carnaval, houve uma grande euforia em relação à Copa do Mundo que iria acontecer em junho e julho e que seria a consagração do “futebol tosco” que o Dunga fazia força para implantar no mundo. Ano de eleição, o governo fez uma campanha enorme para garantir uma vitória da seleção canarinho e lógico, uma grande festa no Palácio do Planalto com presença de Lula e Dilma Rousseff. O tiro saiu pela culatra e o governo resolveu abafar o fracasso.

Mas a campanha da Dilma não podia ser abalada e em agosto, quando a campanha eleitoral começou, Lula foi quem deu o pontapé inicial na campanha de sua candidata. Campanha no ar e nas ruas, Lula saiu em campo. Disse o presidente que depois do expediente, em suas horas de folga, ele estaria fazendo campanha para Dilma, afinal, ele precisa que ela vença essa eleição para assegurar não só sua reputação, mas também sua liberdade, já que só ela poderá esconder os “rombos” que Lula está deixando após oito anos de “desgoverno”.

E assim, desde agosto, quando começou a campanha política, o país está parado. E agora então, com a luta para vencer o segundo turno, aí mesmo que Lula não vai mais ao Palácio.

Hoje, tudo está em compasso de espera em Brasília. Assuntos como o “Orçamento de 2011” nem saiu da gaveta. Mas também, para que “orçamento de 2011? Lula não vai mais ser presidente. Também ficou esquecido o reajuste do salário mínimo. E por que o Lula iria se importar com isso? Ele tem vários salários garantidos, aliás, até “bolsa ditadura” ele tem.

Outras coisas foram deixadas de lado. Lembram dos aviões franceses que Lula e Jobim resolveram comprar, ficaram no esquecimento. E o caso do Cesare Battisti também está perdido no fundo de alguma gaveta, mas também, para que mexer nisso? Deixa o Battisti aí comendo “nas costas” do povo brasileiro.

E assim o Brasil vai vivendo quase um semestre sem governo. E foi aí que o meu amigo “Zé Doidão” falou: “Se por este tempo todo o Brasil 'viveu' sem governo, para que presidente? Pelo visto o Lula não passou de um zero à esquerda nesses oito anos”.

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Comentando o Fato do Dia
Legado de Marina Silva para “enganar bobo”


Marina Silva já foi “degolada”
e se der mole, agora “morre”




Mais uma história da “Carochinha” está sendo preparada para enganar os eleitores em 31 de outubro e desta vez, o prato principal é o legado de Marina Silva no Ministério do Meio Ambiente, o Plano Amazônia Sustentável (PAS) que será revisto pelo governo.

E pelo que consta, o PAS volta a ser assunto do dia em em nova versão e nele deverão ser incluidos projetos de mineração, de defesa e de grandes hidrelétricas. Uma reforma no plano já começou a ser debatida em um seminário organizado pela Secretaria de Assuntos Estratégicos.

Tudo isso está sendo tramado para atrair a candidata derrotada verde e seus 20 milhões de eleitores para a campanha de Dilma Rousseff no segundo turno, mas resta saber se a Marina vai engolir essa isca.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

As declarações de Ciro Gomes




Gerson Tavares




Até hoje eu não sei o que a Patrícia Pillar viu nesse tal de Ciro Gomes. Ela devia estar num dia de Flora, aquele seu personagem da novela ”A Favorita”. Só que a Flora se esqueceu de matar o próprio marido e ele está aí, até hoje, bagunçando com a política brasileira.

Ciro é um personagem de mau-agouro na nossa história. Senão vejamos algumas das opiniões que o jornal O Globo selecionou do representante cearense na campanha de segundo turno da Dilma, a candidata do Lula.

Falando sobre o PMDB, Ciro foi incisivo: "Quem manda no PMDB não tem o menor escrúpulo. Nem ético, nem republicano, nem compromisso público e nem nada. É um ajuntamento de assaltantes... E o Michel Temer é o chefe dessa turma".
Não esqueçam que Ciro Gomes hoje é um dos principais comandantes da campanha da Dilma que tem Michel Temer como vice na chapa.

E ele falou sobre o PT: "O PT e o Lula ficaram contra a Constituição de 88. Já o Fernando Henrique começou a experiência de governo com uma obra em curso, o Plano Real, e o PT também ficou contra. O PT e o Lula, a ponto de o PT ter feito uma campanha golpista com o ‘Fora FHC’".
Não esqueçam que Ciro Gomes hoje é um dos principais comandantes da campanha da Dilma e o principal partido de sua coligação é o PT e o seu mais caro cabo-eleitoral é o Lula.

Mais uma intervenção de Ciro Gomes, desta vez falando da Dilma Rousseff: "Todo mundo sabe que eu sou adversário do Serra desde sempre. Agora, o Serra é mais preparado que a Dilma. Por quê? Porque já foi governador, já foi prefeito, já foi ministro duas vezes, já foi deputado, já disputou duas eleições, já ganhou e já perdeu. E ela nunca disputou nenhuma eleição".
Não esqueçam que Ciro Gomes hoje é um dos principais comandantes da campanha da Dilma.

Poderíamos ainda enumerar mil contradições do Ciro Gomes em relação à candidatura da Dilma, mas uma pessoa que, pelo que diz, não acredita nela e está lutando pela vitória dela, não merece crédito algum. Por isso tudo, vou parar por aqui.
Só não esqueçam que Ciro Gomes hoje é um dos comandantes da campanha da Dilma!


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Comentando o Fato do Dia
Desigualdade cresce no Brasil


Atrás desse charuto
se esconde uma
“candidata”





Em estudo do Fórum Econômico Mundial, ficou provado pelo segundo ano consecutivo, que o Brasil caiu no ranking internacional da desigualdade entre homens e mulheres.

O Brasil passou do 81º lugar em 2009, para o 85º em 2010. E para piorar a situação, o que mais pesa é a diferença de renda entre os dois sexos, que colocou o Brasil em 123º lugar em uma lista de 134 países.

E ainda tem a participação de mulheres na política. As mulheres só chegam aos 9% em presença no Congresso.

Meu amigo "Zé Doidão" foi na ferida: "Mas primeiro seria bom o país escolher bem suas mulheres para serem candidatas. Com a Dilma como candidata não estou vendo uma representante à altura". O que ele quis dizer com essa frase eu não sei, mas como ele conhece bem as pessoas que estão envolvidas no partido do governo...