Gerson Tavares
Em ritmo letárgico, a pessoa vai levando a vida e muitas vezes, faz coisas que até Deus duvida e o diabo aplaude. Neste rol de pessoas eu coloco o ministro da Defesa, Nelson Jobim. Tornou-se de uma hora para outra uma pessoa sem limites, talvez por “influências do mau”, cada vez que o “capeta”, com seu tridente, espetava-lhe o traseiro. Ele, neste sonho letárgico, virou da noite para o dia general ou até mesmo marechal e fantasiado fora de época, posou de o grande comandante. Falou que o presidente Lula tem condições de avaliar o avião de caça que serve para a Aeronáutica e por aí a fora foi metendo os pés pelas mãos. Mas hoje realmente acho que foi “influência do capeta”. Só que quando a ficha cai, muitos cidadãos acordam e isto parece que aconteceu com o Nelson Jobim.
Em evento para celebrar os 10 anos da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), o ministro da Defesa, Nelson Jobim, não poupou críticas ao comportamento do Partido dos Trabalhadores (PT) durante o processo de aprovação da LRF, em 2000.
Jobim foi claro, muito claro mesmo, ao falar que o PT foi contra o conteúdo do texto enviado ao Congresso, bem como um de seus integrantes, o ex-ministro da Fazenda, Antonio Palocci. E soltou a bomba: "O PT foi contra o texto, Palocci também foi. Está vendo como é bom ter memória?", indagou.
Colocando o “preto no branco”, de acordo com o ministro, é importante rever os erros do passado no presente para que não se cometam os mesmos erros no futuro.
Só esqueceu o ministro Jobim, que o PT é o mesmo, um partido que tem Lula como dono e que é um desrespeitador de leis. Quanto ao Palocci, continua a mesma “bosta”!

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