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sexta-feira, 21 de maio de 2010

Sarcozy está ansioso sobre a venda dos caças




Gerson Tavares



Quando o negócio é honesto, nada causa preocupação. Se eu vou vender algum produto a uma empresa e esta venda é calçada em transação correta, pouco me importa se o presidente da empresa quando eu negociei será o mesmo na hora que eu entregar o produto.
Isto é sempre o que se espera de todos que negociam, seja comprador ou vendedor. Mas parece que não é essa a atitude da França em relação aos aviões Rafale que quer por que quer e até porque precisa vender ao Brasil.
Agora a França está preparando uma última oferta, no intuito de evitar que mais uma venda de aviões militares escape das suas mãos. E o medo agora, é exatamente porque a eleição presidencial brasileira pode atrapalhar a transação com os caças Rafale. Já pensou se o presidente não for da política das “negociatas”? Se brecarem a transação, vai ser um grande baque no bolso de muita gente.
A França já tentou vender o Rafale e teve problemas no Marrocos e na Ásia e agora Nicolas Sarkozy não quer perder o negócio aqui no Brasil do “amigo” Lula. São 36 aeronaves, com valor estimado em US$ 6,3 bilhões e que poderão salvar a empresa vendedora de uma falência. Por este motivo, Sarkozy vai pegar o Lula, nos intervalos de uma cúpula Europa-América do Sul que estará acontecendo em Madri na próxima semana para tentar discutir o assunto.
Se colocarmos o preto no branco, Sarkozy, como "bom" político, está mesmo é querendo salvar sua comissão.

Um comentário:

  1. Gente,
    Está mais que provado que o presidente da França precisa garantir este contrato para uma empresa francesa. É o único jeito para que a empresa não abra falência.

    E o Lula, um amigo do peito, tem que ajudar. Se o avião é bom ou não, é problema de quem vai voar. Lula só quer ajudar o Sarcozy.


    Juarez Duval Hermes

    Guaratinguetá -São Paulo

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