A briga será ferrenha
Ninguém deveria cobrar nada de Pré-sal até que primeiro de dezembro chegasse, mas depois que a eleição passou ninguém mais quer ficar calado. E o “amigo” Sérgio Cabral é um dos que não quer ficar calado.
Por isso o governo do Rio já entrou no Supremo Tribunal Federal com uma ação direta de inconstitucionalidade contra a Lei de Capacitação da Petrobras. Esta atitude é uma reação às inúmeras tentativas que o Congresso vem fazendo no sentido de tirar do Rio de Janeiro os royalties do petróleo.
O Rio de Janeiro está pleiteando a sua parte na divisão do bolo. Ele só quer a sua cota de participações especiais sobre os cinco bilhões de barris do pré-sal que o governo federal entregou de mão beijada para a Petrobras e que serviram de base para a capitalização da estatal e que foi contabilizada em “apenas” R$ 72 bilhões. Só esquece o Lula que boa parte desse óleo está em seis campos no território fluminense e que poderia muito bem render R$ 25 bilhões para o Estado.
Quando a União montou o esquema e fez a capitalização, ela previu o pagamento dos royalties, mas intencionalmente deixou de fora as participações especiais (PEs).
Isso é coisa de esperto, é coisa de petista, mas eles esquecem que tem gente de olho.

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