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quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Supla tem a quem puxar




Gerson Tavares


Quando eu vejo chamada do programa dos irmãos Suplicy durante os jogos da segunda divisão do brasileirão, aos sábados, na RedeTV, fico pensando como a televisão vem caindo seu nível. Mas como existe público para qualquer coisa, eles estão na deles, fazendo aquilo o que seu público aplaude.

Mas não quero falar dos filhos de Marta Suplício e sim do seu ex-marido, o senador Eduardo Suplicy. Esse cara não para de dar mancada. Tudo que ele faz sempre acaba em gozação. E como ele não deixa passar uma oportunidade para ser gozado, também quis aparecer para a imprensa diante da casa da Dilma Rousseff.

Pela rua onde mora a Dilma Rousseff, muitos políticos passaram. O “dossiê ambulante”, Fernando Pimentel, o presidente do PT, José Dutra, Antonio Palocci, José Eduardo Cardozo e Marco Aurélio Garcia foram alguns que visitaram a presidente eleita.

E ali, diante da casa de Dilma, estavam jornalistas e curiosos, sempre à espera de uma oportunidade para um flagrante. Estava tudo calmo, só a segurança da casa andando por ali e eis que de repente, nada mais que de repente, surge a figura do ex-marido da Marta, o senador Eduardo Suplicy.

Serelepe, lá vem ele todo prosa, a caminho da mansão da “gata borralheira”. Levando seu buquê de flores, lindas hortênsias, e ao passar pelos jornalistas, todo garboso, Suplicy avisa que vai lá, levar flores para uma “flor rainha”. Então partiu ele em direção ao portão principal. Mas eis que surge um segurança e pegas as flores. Depois de uma conversa ao “pé de ouvido”, o "pobre mancebo” retorna por onde veio e lá se vai desolado, com lágrimas nos olhos por não ter sido recebido pela “rainha má”.

E assim contamos a história do “suplicio” do mancebo Suplicy. Mas "cara", vai ter azar assim com mulher lá na casa do chapéu.

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