E a briga continua
Depois das eleições sempre tem um momento de descanso, de trégua. Mas pelo visto, desta vez as eleições acabaram e as brigas começaram na festa da vitória. Mas também, com tanta gente empurrando o carro, quando o motor pega, todos querem uma carona.
E logo que os atritos começaram, com o vice-presidente dando logo um ataque, resolveram que o Michel Temer estaria incluído na equipe de transição. ó que ao lado de três petistas, lá estará o Temer e que pelo visto, vice não é coisa que “apite”, então ele estará na equipe, mas sem função.
Mas o PMDB já mostrou ao PT que não está ali para ficar de “pires na mão”. O partido já avisou que quer manter os ministérios que tem, mas se for o caso de negociar e todos nós sabemos que o PMDB é bom de “negociata”, ele já disse o que quer. No caso de ter que ceder algum ministério, aceita até ficar com um nenor número de pastas, mas quer tudo de “porteira fechada”, o que quer dizer que o que couber a ele, só vai ter gente sua, inclusive no segundo escalão.
Segundo o líder do partido, deputado Henrique Eduardo Alves, o PMDB não será ousado a ponto de avançar um milímetro sequer em seus direitos, mas também não vai recuar “nadinha” em seus direitos. Ninguém soube dizer se isto foi um aviso ou uma ameaça.
Mas ouvindo o que a Dilma Rousseff falou sobre a ida de Michel Temer para a equipe de transição, deu para duvidar da força do PMDB nesse governo futuro. Dilma falou que o Temer foi para a equipe “em nome da campanha e não do PMDB”.
Isto estamos falando só de um dos dez ou doze aliados, aliados esses que também estão de “bico aberto” esperando suas “migalhas”. Mas se com o PMDB que é o parceiro forte, parceiro que “manda” na maioria das decisões, a coisa está neste pé, coitado dos “nanicos”.
Ganharam, mas não vão levar.

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