Dinheiro alto, “ficha suja”
Eu não sei bem se entendi, mas pelo que falam por aí, após um levantamento feito pelo jornal “O Estado de S. Paulo”, os políticos que correm maior risco de ser atingidos pela Lei da Ficha Limpa são aqueles que receberam doações expressivas na campanha de 2006. Em São Paulo, estão incluídos três candidatos a governos estaduais, três ao Senado, um à Câmara dos Deputados e dois à Câmara do DF. O movimento de grama dessa turma chegou aos R$ 23 milhões em receitas arrecadadas junto a doadores para suas campanhas e que foram registradas na Justiça Eleitoral. Isto em São Paulo, mas por todo o Brasil a coisa é a mesma.
Lógico que isso ira influir também nas doações de campanha deste ano, mas existe uma dúvida jurídica se os principais atingidos terão condição ou não de concorrer nas próximas eleições e na dúvida, começa a pintar certa dificuldade para formação de alianças já que poderão ter problemas na captação de recursos.
Mas como já era esperado, os grandes alvos de representações com pedidos de inelegibilidade já avisaram que recorrerão à Justiça para manter suas candidaturas. Mas a maior preocupação dos “safardanas” é que, na dúvida, os doadores, que normalmente trocam o dinheiro por vantagens futuras, tendem a migrar com sua “grana” para candidatos que “ainda” estão “limpeza”. Mas a minha grande dúvida é exatamente sobre aqueles bandidos que fazem campanha com dinheiro do tráfico, de assaltos e que nem se quer declaram? Serão atingidos ou ficarão no esquecimento?
Na realidade, colocando o preto no branco, “farinha pouca meu pirão primeiro”.

Gerson,
ResponderExcluirVocê foi muito feliz ao colocar lá no início um alerta sobre doação de medula.
Doar só sangue, medula, orgãos. Fazer doação de dinheiro para essa turma de aproveitadores, nem pensar.
Quero mais que eles morram. Aliás, todo político que morrer, deve ser cremado e as cinzas jogadas em um rio bem caudaloso para que não criem raizes.
Político e bandido é tudo igual... Nenhum presta.
Fernando José Olivares
Brasília - DF