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terça-feira, 10 de agosto de 2010

“Cartão corporativo”, a desgraça brasileira

Gerson Tavares

Lembra do famigerado “cartão corporativo” que andou nas manchetes e nas mãos até dos filhos dos “safardanas” do governo? Pois é, eles continuam por aí, mais escondidos, mas não menos gastadores. Já tivemos ministro derrubado pelo cartão, mas outros estão gastando e rindo do povo que “paga a conta”.

A ex-ministra Matilde Ribeiro caiu por gastar em free-shop, mas o ministro do Esporte pagou tapioca com o cartão e continua aí e agora cotado para administrar muita “grana” com a chegada da Copa do Mundo e das Olimpíadas.

Mas o que mais me impressiona é o fato da atual ministra-chefe da Casa Civil da Presidência da República, a Erenice Guerra, aquela que preparou o dossiê contra Doutora Ruth Cardoso, primeira-dama do país no governo Fernando Henrique. Pois bem, é esta “senhora”, que quando tem alguma “armação”, lá está a sua digital, que agora no comandando a Casa Civil, está livre para gastar o que bem entender com o “famigerado cartãozinho”.

Foi retirado do Siafi o detalhamento das despesas com o cartão corporativo que são realizadas pelo gabinete da Presidência da República e lógico, a Casa Civil pode gastar o que bem entender. Desde 2002, quando Lula assumiu, gastar dinheiro é com ele mesmo. Principalmente depois da última alteração que mudou o detalhamento da despesa, que agora é concentrada no nome da Unidade Gestora e não mais no CPF e no nome do “gastador”.

Colocando o preto no branco, agora se a filha do Lula quiser gastar, é só colocar o nome da Unidade Gestora e “gastar a rodo”. Afinal, nós pagamos.

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