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terça-feira, 31 de agosto de 2010

E a Dilma tem mestrado em “falcatrua”

Gerson Tavares



Onde há fumaça, há fogo. Este é um ditado muito antigo, mas que cabe bem sempre que algum petista diz que não sabe de nada. Talvez se ele ficasse calado, não soasse tão mal como quando ele desmente alguma acusação. É sempre com cara de “cachorro que lambeu a panela”.

E é exatamente por isso que o vice-presidente executivo do PSDB, Eduardo Jorge, afirmou sem pestanejar que a violação do sigilo fiscal de outras três pessoas ligadas ao presidenciável José Serra e ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso comprova a existência de uma operação que teria objetivos políticos a partir da manipulação dos dados.

Na semana passada, quando o jornal “O Estado de S. Paulo” apontou detalhes da documentação reunida na Receita Federal que comprovaria a quebra dos sigilos fiscais de Luiz Carlos Mendonça de Barros, Ricardo Sérgio de Oliveira e Gregório Marin Preciado, todos ligados ao PSDB, ficou claríssimo na reportagem do “Estadão”, a intenção petista. Na reportagem os nomes dos tucanos foram destacados pela própria investigação da Receita Federal, como “contribuintes que despertaram interesse na apuração”.

Ficou clara a intenção, quando os documentos mostram que, no mesmo dia, de um mesmo computador, “supostamente situado” na delegacia da Receita Federal em Mauá (SP) e sem medo de represália, os servidores do Fisco abriram os dados sigilosos dos três, além dos de Eduardo Jorge, em sequência.

Colocando o preto no branco, isso só prova que os “funcionários tinham as “costas quentes” e a garantia de que nada lhes aconteceria. Assim sendo, isto só pode ser coisa do grupo da Dilma.

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