Popular ou “popularesco”?

Gerson Tavares
Quando falam que o presidente Lula é popular, que está com a popularidade quase chegando aos 100% e lógico, transferindo grande parte desta “popularidade” para a sua candidata Dilma Rousseff, eu me coloco a pensar o que realmente será popularidade para esse povinho tupiniquim.
Popular foi Getúlio Vargas, que arrastava multidões para ouvir o seu discurso no dia do trabalho. Que passava em carro aberto pelo centro da cidade e as pessoas paravam, sem receber cachê, para aplaudir. Ser popular era ser tratado por “Gegê”, mas sem ser ridicularizado.
Popular foi Juscelino Kubitschek, o presidente que levou o Brasil para o centro-oeste, fazendo o país crescer cinquenta em cinco anos. Popular foi aquele que foi cantado em verso e prosa se transformando no “Nonô”, também sem ser ridicularizado.
Isto é ser popular, ser cidadão do povo e que levava com ele o povo, sem precisar “pagar” para isso. Mas hoje falam que Lula é o mais popular. E olhando algumas fotos fiquei a imaginar se isto é ser popular ou ridículo. Será que para alguém ser popular, ele tem que passar pelo popularesco? Senão vejamos: 

Depois que um presidente é fotografado “mijando” em local público, ele não é popular e sim, ridículo e imoral.
Depois que um presidente vira motivo de “chacota” aparecendo numa fotomontagem como esta, não posso dizer nunca que ele seja popular, mas posso sim, dizer que este presidente Lula é uma figura popularesca.
Desculpem-me, mas como se não bastasse Lula fazer um governo de “maracutaias”, “trambiques” e “roubos”, ele não passa de uma figura dantesca. Uma figura que só serve para desmoralizar uma grande parte de um povo que não vota em enganador.
Colocando o preto no branco, nem todo o brasileiro nasceu para ser um “bufão”.

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