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quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Promessas de eleição é coisa do passado


Gerson Tavares



A realidade não é nem de longe parecida com as promessas de campanha. Política é assim: em campanha o político dá até a mãe, mas depois de eleito ele não entrega nem amarrado.

A Dilma não foge à regra e quando em campanha ela falou sobre o PAC-2 como se já fosse uma realidade. Falou em aumento para os funcionários, obras mil e muitas outras coisas mais. Mas a realidade chegou e já no dia dois de janeiro o governo terá que ser tocado ao comando de sua batuta.

Um mês se passou e a campanha já está esquecida. E durante a campanha Dilma Rousseff afirmava todos os dias que não faria reajuste fiscal e agora vem o ministro da Fazenda e anuncia que haverá um corte de gastos generalizado a partir de 2011 e que este corte irá atingir literalmente toda a Esplanada dos Ministérios.

Mantega deixou claro que nem o “famigerado” PAC ficará de fora da degola. Embora tenha sido usado como o emblema de campanha pelo Lula e pela Dilma, o corte de gastos vai passar como um trator por cima do PAC.

Mas para mostrar que nem tudo está péssimo, Dilma e Mantega avisaram que o projeto “Bolsa Família” estará fora dos cortes. Isto irá acontecer porque a economia, bem diferentemente daquilo que foi dito durante toda a campanha, não andou bem das pernas nos meses de junho até setembro. Mas como campanha é campanha, só agora foi divulgada a verdadeira situação da economia brasileira.

E o eleitor agora fica com aquela “cara de pastel”. Bem feito, quem mandou acreditar na “história da carochinha”.

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