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terça-feira, 14 de dezembro de 2010


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Itália pede extradição de argentino preso no Rio




Guerrilheiro por guerrilheiro, Dilma é mais


Agora é que eu quero ver como o governo brasileiro irá fazer. A presidente eleita, Dilma Rousseff, poderá ter de decidir sobre a extradição do argentino Cesar Alejandro Enciso, de 60 anos, preso no Rio na semana passada a pedido do governo da Itália. Ele é acusado de "crimes de massacre, sequestro de pessoa e homicídio qualificado de cidadãos italianos", durante a ditadura militar argentina nos anos 70.

Caso o Supremo Tribunal Federal (STF) entenda que estão atendidas as exigências para a extradição, a palavra final poderá ser de Dilma, tal como ocorreu com o italiano Cesare Battisti, cujo pedido de extradição aguarda uma decisão do presidente Lula da Silva. Segundo informações da Polícia Federal, Enciso também é acusado de "cárcere privado, tortura e crimes contra humanidade" no período compreendido entre 1974-1980. Entre suas vítimas estariam cidadãos italianos residentes na Argentina.

Na ficha com o seu nome na Interpol consta um mandado de prisão de outubro de 1997, expedido pela Justiça Federal de Buenos Aires. Ele vivia no Rio há cerca de vinte anos e foi preso no dia 30 de novembro, no bairro de Santa Teresa.

Mas como a Dilma também sequestrou, assaltou, “barbarizou” quando era de um grupo armado que lutava contra a “ditadura militar”, qual será sua decisão? É bem verdade que ela estava do outro lado, mas todo crime é crime é pronto, pena igual para feito igual, não é mesmo?

Só nos resta esperar para ver.

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