Gerson Tavares
Está provado que durante o governo petista, ninguém, mas ninguém mesmo esteve seguro em relação a sigilo. Quando falo sigilo estou me referindo não só ao fiscal, junto à Receita Federal, mas depois de que o Guido Mantega falou da facilidade com que seu pessoal “abria a vida” das pessoas, imagino que até mesmo as contas bancárias estão sendo invadidas.
É bom lembrar que depois que a CPMF acabou, todos nós ficamos vulneráveis em nossos cadastros bancários. É muito comum um desses “bancos’ que fazem o “famigerado crédito consignado”, ligarem para nossas casas e oferecerem empréstimos, falando até quanto à gente ganha.
Como na Receita Federal tudo é tão fácil, por que não invadirem nossas contas bancárias? Para “eles”, tudo é possível. O analista tributário, Gilberto Amarantes, que é um dos acusados de abrir dados cadastrais na RF, falou que agiu atendendo a uma consulta de um homem que o procurou no escritório de Formiga, em Minas Gerais, e se apresentou como Eduardo Jorge. Sem que o tal homem falasse o sobrenome, ele nem se quer pediu o documento e por acaso o primeiro Eduardo Jorge que lhe veio à mão foi Eduardo Jorge Caldas Pereira. E se explicou: “Nossa base cadastral é nacional. Então, o que é factível é que houve um homônimo”.
Pessoalmente eu conheço pelo menos cinco Gerson Tavares. Portanto já somos seis que podemos de uma hora para outra ter os sigilos, fiscal, bancário ou qualquer outro, quebrado por um Amarantes da vida.
E ainda tem gente que acredita nessa “quadrilha” que aí está. Colocando o preto no branco, vote neles e depois corra atrás do prejuízo.

Nenhum comentário:
Postar um comentário