Um país de irregularidades

Gerson Tavares
"Irregularidades" é uma norma na atualidade política brasileira. Todos os dias os jornais estão com manchetes que falam de “falcatruas” dos governantes, em qualquer esfera, seja municipal, estadual ou federal. Os dias passam e as “macatuaias” se somam.
Na Educação a coisa não é diferente da Saúde que está cada dia pior e o povo morrendo nas portas dos hospitais. Mas falando em educação, o Tribunal de Contas da União e o Ministério Público Federal estão investigando contratos sem licitação e o pagamento de salários a funcionários terceirizados e até mesmo bolsistas que estão sob suspeita das "coisas" que aconteceram nos últimos cinco anos na relação da Unirio com a Fundação de Apoio à Universidade do Rio de Janeiro.
Uma série de irregularidades está sendo investigada e tudo faz crer que a Unirio dispensou licitação para contratar serviços no valor de cinco milhões e quatrocentos mil reais, somente entre novembro e dezembro de 2009. Lógico que para lesar a lei, este dinheiro está sendo usado em contratos que cobrem emergências para obras e compra de equipamentos.
Como a Fundação não tem credenciamento junto aos ministérios da Educação e Ciência e Tecnologia, a direção da Unirio vai buscar ali na Fundação um modo para terceirizar mão de obra e assim ganhar alguma “grana” naquela base do, “por fora”.
Mas segundo uma diretora da Unirio, eles estão amparados por um acórdão do TCU, de número 1184/2010 onde está escrito que só após 2011 os contratos deverão ser diretos. Mas a dona Márcia Valéria, esse é o nome da diretora, esquece que a “mutreta” acontece desde 2004 e só em 2010 o acórdão aconteceu.
Colocando o preto no branco, de 2002 até 2010 muita “sacagem” aconteceu em nome da “ética lulatica”, mas como todos que aí estão no comando do país, antes de 2002 não passavam de “ladrões de galinha”, até que eles aprenderam bem a lição.
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