Gerson Tavares
Depois que o Barack Obama falou que o Lula era o “cara”, muita água já correu por baixo desta ponte. Outros “caras” já apareceram e sumiram nesse governo. Tudo porque quando um “cara” aparece nas manchetes em um escândalo, nem uma semana depois já cai no esquecimento porque outro ”cara” já está com a cara estampada na coluna policial dos jornais, televisão e revistas.
Mas parece que agora foi descoberto um “cara” que não quer sair de cartaz. Até no dia em que a “mamãe” renunciou ao cargo, cargo este que lhe garantiu muita "grana” nas mamatas, o Israel Guerra não abre mão de ser o protagonista de todas as “tramóias” da Pasta que até já apelidei de COVIL.
Em reportagem desta quinta-feira do jornal "Folha de São Paulo" está lá escrito que a empresa EDRB do Brasil acusou Israel Guerra, filho da ministra-chefe da Casa Civil (COVIL), Erenice Guerra, de cobrar dinheiro para obter liberação de empréstimo no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Mas como o povo brasileiro não está nem aí para o que representa moral e ética e como, nas pesquisas a “comandante em chefe” da COVIL, Dilma Rousseff, continua liderando a campanha para a Presidência da República, eu cheguei à conclusão que mais vale uma boa “grana” gasta para pagar os institutos de pesquisa que ter uma vida ética e moral. O povo ficou “amoral” e é bom lembrar que não estou dizendo que o povo é imoral, porque “amoral” é não ter consciência do que seria certo ou errado em termos morais. E neste caso do governo petista, é o povo aceitar como certo receber “esmola” e achar que está tudo bem. É receber “bolsa” que um governo clientelista distribui em troca de apoio, em troca de voto.
Isto, colocando o preto no branco, é crime, tanto de quem “compra” a consciência do eleitor, quanto do eleitor que não dá valor ao seu voto.

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