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quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Escândalos que violentam a nação




Gerson Tavares



Passamos oito anos de governo petista sem passar mais de 90 dias sem um escândalo se quer. Tivemos os escândalos mais variados, mas todos envolvendo sempre pessoal do governo petista. Quando não tinha um petista, lá estava alguém que pelo menos fosse de partido aliado ao governo.

Agora, com o senador eleito Aécio Neves (PSDB-MG) envolvido na campanha de José Serra para a presidência da República em um segundo turno contra a candidata dos “escândalos”, Dilma Rousseff, o senador defendeu, em Salvador, durante evento em favor à candidatura do tucano José Serra, a formação de um governo federal menos vulnerável a escândalos.

Aécio afirmou que a sociedade "quer mais democracia, mais ética, mais seriedade e menos escândalos no governo federal". E repetindo o discurso de José Serra, que prega um "governo de união", o senador mineiro aproveitou para atacar o que a oposição entende ser aparelhamento do Estado em favor dos petistas e aliados. "Queremos um governo que não queira dividir o país entre pobres e ricos, entre negros e brancos, entre os que são filiados e os que não são filiados ao partido".

E como já cansamos de falar aqui, Aécio falou que se faz necessário que o governo federal não seja formado apenas por "companheiros". Aécio Neves destacou ainda que "esta eleição está longe de ser decidida". Segundo ele, a maioria dos 20% que votaram em Marina Silva (PV) prefere a reflexão, o que favoreceria Serra.

Só esperamos que esses 20% reflitam e acertem naquele que pode dar uma volta à normalidade do país. Do modo como a coisa vai, estaremos muito breve num “buraco sem fundo” e este nosso Brasil não merece esse fim.

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