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quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Judiciário sob suspeição




Gerson Tavares



Já não é segredo nenhum que muitos membros do judiciário fazem parte da “banda podre” do terceiro Poder Público que está tão corrompido como os dois outros. Se pelo Poder Executivo campeia a desmoralização da ética e da moral, no Poder Legislativo já vai longe o tempo dessas duas “virtudes” e por ali, quase que só passam bandidos.

Mas agora foi “ferido de morte” o Judiciário, com a declaração de um dos mais experientes e mais sérios juízes do país. Ao deixar a Corregedoria do Conselho Nacional de Justiça, o ministro Gilson Dipp, do Superior Tribunal de Justiça, ele falou que ficou surpreso com o grau de corrupção que encontrou em alguns setores do judiciário, neste período em que esteve à frente do CNJ.

Durante sua gestão, de setembro de 2009 até este mês de setembro passado, Dipp viu até colega do STJ ser condenado à aposentadoria, após ser acusado de “venda de decisão judicial”. Gilson Dipp falava do seu colega, ministro Paulo Medina.

Dipp foi o pioneiro na criação das varas especializadas no combate à lavagem de dinheiro, mas pelo que ele mesmo diz, mesmo com a melhora no “serviço” dos órgãos de controle, a corrupção esta aumento dia a dia.

Realmente, quando o ministro Gilson Dipp diz que a coisa está neste patamar de corrupção, chegamos à conclusão que o Brasil está “perdido e mal pago”.

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