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quinta-feira, 28 de outubro de 2010



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Comentando o Fato do Dia
Opinião de economista


José Serra tem mais possibilidades de mudanças





Esta é a opinião de quem conhece do assunto “economia”. Eu não saberia dizer dos acertos ou erros das opiniões, mas acredito em que está falando.

Dizem eles que em caso de uma eventual vitória do candidato tucano à Presidência, José Serra, ele tem mais chances de provocar mudanças no atual modelo macroeconômico do que com a manutenção do PT no poder, caso Dilma Rousseff se eleja.

Assessores de ambos, como os economistas Geraldo Biasoto Junior, assessor de José Serra e Nelson Barbosa da Dilma, têm deixado claro que não há nada para colocar no lugar do tripé câmbio flutuante, superávit primário e metas de inflação.

Mas Geraldo Biasoto, porém, tem fortes críticas à forma como o arranjo macroeconômico vem funcionando. Diretor executivo da Fundação do Desenvolvimento Administrativo (Fundap), de São Paulo, e assessor do programa de governo de Serra, ele diz que "falta, no caso das metas da inflação, o resto da política econômica, os outros instrumentos, como crédito, preços macroeconômicos como energia elétrica e combustíveis e ainda, um Banco Central menos passivo no câmbio".

Já na questão cambial, Biasoto considera que "existe hoje uma passividade que não se encontra em lugar nenhum do mundo". Ele afirma que os Bancos Centrais em geral "estão o dia inteiro no mercado cambial", enquanto no Brasil "no final do dia ele compra as sobras de mercado e ponto final".

Para o economista, essa falta de um BC mais ativo no câmbio, aliada à alta liquidez internacional, permite que os participantes do mercado formem um consenso em torno da valorização do real. Segundo o economista, a ideia de Serra é de um Banco Central que "vai entrar no mercado de câmbio formando taxa fundo com o mercado, assim como forma taxa de juros".

Biasoto também fala de uma desconexão entre o Ministério da Fazenda e o Banco Central nos dias de hoje, tanto em termos de política cambial como fiscal. No primeiro caso, "quando a Fazenda olha e vê um BC que não faz nada, ela inventa um outro BC, faz o Fundo Soberano, sai comprando dólares quatro anos antes de precisar remeter para pagamento de dívida, cria IOF, etc.".

É pensando nisso que eu vejo que para a Dilma dar continuidade neste “desgoverno” que se instalou no país, só o Lula comprando os votos mesmo. E como só de “bolsas” talvez não dê para garantir a vitória, ele agora apela até para o Movimento dos Atingidos pelas Barragens, coisa que já rola há mais de trinta anos, mas que Lula, nas vésperas do segundo turno, diz que vai indenizar as famílias.

Como diz o Jorge Perlingeiro: “Me engana que eu gosto!”.

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